Depois da CanetaMedicina para a vida depois do emagrecimento.
Sobre os medicamentos

Medicamentos para obesidade: ferramenta, não solução isolada

Os medicamentos injetáveis usados no tratamento da obesidade — popularmente chamados de “canetas emagrecedoras” — podem ser ferramentas importantes, mas não substituem alimentação adequada, atividade física, sono e acompanhamento médico.

Do que estamos falando

Princípios ativos mais conhecidos

Semaglutida

Princípio ativo presente em medicamentos como Ozempic e Wegovy — um agonista do receptor de GLP-1.1

Tirzepatida

Princípio ativo presente em medicamentos como Mounjaro e Zepbound — um agonista duplo dos receptores de GLP-1 e GIP.2

De forma geral, esses medicamentos atuam em receptores envolvidos na regulação do apetite e da saciedade, e também podem retardar o esvaziamento do estômago — por isso, é comum que o apetite diminua de forma importante durante o tratamento.

O efeito colateral menos falado

Comer pouco demais também é um risco

Quando o apetite reduz muito, existe o risco real de uma ingestão alimentar insuficiente — especialmente de proteína, vitaminas e minerais.

Ingestão proteica

Manter proteína suficiente é uma das prioridades nutricionais durante o tratamento, mesmo com apetite reduzido.

Hidratação

Náuseas e menor ingestão de líquidos podem levar à desidratação — atenção redobrada à água ao longo do dia.

Acompanhamento médico

Ajustes de dose, investigação de sintomas e avaliação nutricional devem sempre ser feitos com o médico responsável.
Efeitos possíveis

Efeitos adversos que podem ocorrer

Sintomas gastrointestinais são os mais comuns

  • Náuseas
  • Constipação
  • Diarreia
  • Distensão abdominal
  • Refluxo
  • Fadiga
  • Redução importante do apetite

Esta lista é geral e educativa — não descreve todos os efeitos possíveis nem indica a frequência ou gravidade em cada pessoa. Qualquer sintoma persistente ou que atrapalhe sua rotina deve ser relatado ao médico responsável pelo tratamento.

Este conteúdo não indica, recomenda ou substitui a prescrição de nenhum medicamento específico. Doses, ajustes e decisões sobre início ou suspensão de tratamento devem ser sempre feitos por avaliação médica individual — nunca por conta própria.